CN Tower em Toronto: o que saber antes de ir

Pode-se dizer que a CN Tower é um dos principais símbolos de Toronto. Com 553 metros de altura, é a terceira maior torre do mundo e já foi a construção mais alta do mundo (sendo superada em 2007 pelo Burj Khalifa, em Dubai). Foi construída em 1975 como uma torre de comunicação e, hoje, também funciona como atração turística e cartão postal de Toronto, destacando-se no skyline da cidade.

Foto do skyline de Toronto de dentro do Lago Ontario, ao fim da tarde
Skyline de Toronto com destaque para a CN Tower

E por ser uma atração turística, é natural querermos visitá-la e conhecê-la. Mas qual o valor? Até onde podemos subir? Tem desconto? Vale a pena?

Bem, sou um pouco suspeita pra falar por já visitei a CN Tower duas vezes, então na minha opinião, vale, sim. Inclusive, uma das vezes foi no inverno e a outra no verão (já explicando as diferenças de neve/sol nas fotos). Se você está em dúvida ou quer organizar a sua visita, este post está aqui pra te ajudar!

a torre

Em primeiro lugar, é importante saber que a CN Tower em Toronto conta com três níveis de observação: o principal (LookOut Level) a 346 metros do chão, um inferior a 342 metros de altura, e um bem mais alto (SkyPod), a 447 metros de altura. O ingresso convencional (General Admission) dá direito aos dois primeiros. Para subir até o SkyPod é necessário comprar um ingresso separadamente, sobre o qual eu vou explicar depois.

Logo na entrada, há um detector de metais e um segurança inspeciona os nossos pertences. Não há armários ou guarda-volumes no local. Se você ainda não tiver comprado os ingressos, a bilheteria fica após a inspeção.

O tour começa com um salão com painéis explicativos sobre a construção da torre e sua história, ainda no térreo. Se você não tiver com pouco tempo, vale a pena ler algumas curiosidades e ver fotos antigas da torre.

Para subir, um elevador panorâmico nos leva em 58 segundos até o LookOut Level. Uma parte (pequena) do chão do elevador é de vidro, e os mais corajosos podem olhar a “terra firme” se afastando a 22 km/h.

lookout level

Essa é a nossa primeira parada ao sair do elevador. Saímos e damos de cara com um janelão de vidro direto com vista ao Lake Ontario, lindo!! Fiquei sem fala ao ver aquela imensidão azul e congelada na primeira vez que fui, no auge do inverno.

Vista do Lake Ontario do LookOut Level na CN Tower
Janelão com vista para Toronto no LookOut Level (inverno)

Nesse nível, é possível ter uma visão 360º da cidade do Toronto ao contornarmos todo o janelão de vidro. Também conseguimos ver o teto retrátil do Rogers Center (o estádio do Blue Jays, o time de baseball de Toronto), e se você tiver sorte de ir durante uma partida, ainda consegue enxergar o jogo acontecendo lá embaixo! Infelizmente, nas duas vezes que fui o teto estava fechado.

Visão panorâmica do deque principal de observação (LookOut Level) na CN Tower
Vista panorâmica no LookOut Level (verão)

GLASS FLOOR E SKYTERRACE

Descendo um andar há o famoso Glass Floor, ou seja, uma superfície de vidro resistente em que podemos caminhar olhando o chão lááá embaixo.

Vista do chão de vidro na CN Tower, em Toronto. Ao fundo, o chão da rua. Em primeiro plano, uma superfície de vidro com dois pés apoiados.
Chão de vidro na CN Tower

Dá um medinho no início, mas um cartaz ao lado indica que aquele vidro poderia suportar o equivalente a 3,5 orcas, 35 alces, 41 ursos polares… olha só!

Tabela explicativa do peso que o chão de vidro aguenta, na CN Tower em Toronto
O peso que o chão de vidro na CN Tower suporta

Mas se você não tem coragem, sem problemas. O chão de vidro cobre apenas uma parte relativamente pequena do andar, e é possível contorná-lo se quiser.

Neste nível também temos acesso ao SkyTerrace, um terraço aberto, como se fosse uma enorme sacada ao redor. Tem grades de proteção, mas as pessoas ficam pouco ali, devido ao vento e/ou frio.

Sky Terrace na CN Tower Toronto, com grades de proteção
Vista do Sky Terrace

Também é no nível inferior que fica o elevador para sair. Quando fui em janeiro, foi tranquilo para descer. Já em julho peguei uma fila de mais de meia hora para entrar no elevador. Não adianta: as atrações turísticas estarão mais cheias no verão, então é bom separar um pouco mais de tempo (e paciência) por conta das filas.

SKYPOD

O terceiro nível de observação, chamado SkyPod, tem 447 metros de altura, ou seja, 100 metros mais alto que o LookOut Level. Para ter acesso a ele é necessário comprar um ingresso separado no valor de CAD$ 15,00. Fiquei na dúvida se valeria a pena ou não, mas como eu estava curiosa e queria ver a vista mais do alto, subi.

SkyPod na CN Tower Toronto
SkyPod por dentro, com vista para os prédios abaixo

O SkyPod é pequeno e também oferece uma vista 360º da cidade. É legal ver o LookOut Level (o deque de observação principal) abaixo de nós, mas sinceramente, não achei que valeu a pena. Claro que 100 metros fazem diferença, mas os carros na rua continuam pequenos, os prédios altos continuam abaixo da gente… Enfim, na minha opinião, o valor do ingresso complementar não compensa.

Vista do SkyPod para baixo, mostrando o LookOut Level. CN Tower, Toronto.
Está vendo esse meio-círculo na parte de baixo da foto? É o deque principal de observação, visto do SkyPod

EDGEWALK

Além da convencional contemplação da vista de Toronto, também é possível realizar uma atividade super radical: a EdgeWalk, ou seja, caminhar na beirada externa da torre preso por cabos de segurança. A experiência é oferecida aproximadamente de abril a novembro e depende de condições climáticas para acontecer. Apesar de seguir os mais altos padrões de segurança, eu não faria nunquinha na vida, mas se você tiver essa coragem, me conta como foi! Tem até quem faça o próprio casamento ali em cima.

Pessoas caminhando do lado de fora da CN Tower, presas por cabos de segurança
EdgeWalk na CN Tower- Foto: Divulgação

valores

Em 2020, os valores praticados para visitar a CN Tower são (em dólares canadenses):

General Admission (entrada simples):

Adulto (13 a 64 anos): $38

Criança (4 a 12 anos): $28

Idoso (acima de 65 anos): $34

SkyPod: $15, podendo ser comprado junto do ingresso principal ou separadamente na porta do elevador que leva ao SkyPod.

EdgeWalk: $195

Sempre compre os seus ingressos em sites ou bilheterias oficiais/credenciadas. O site oficial para compra da CN Tower é esse aqui.

outras informações

  • Quem quiser também visitar o Ripley’s Aquarium, sugiro comprar o combo Sea The Sky, em que o ingresso adulto para as duas atrações sai por $58 (em vez de $76).
  • Reserve umas duas horas no mínimo para visitar a CN Tower, principalmente se você for em alta temporada.
  • Pessoas com dificuldade de locomoção podem pegar emprestado uma cadeira de rodas (quantidade limitada).
  • O horário de funcionamento da CN Tower é das 9:00h às 22:30h.
  • Há três restaurantes na CN Tower: o 360 (alta gastronomia, recomenda-se reservar com antecedência), VUE Bistros (no LookOut Level) e Le Café (no térreo).
  • Está indo no inverno? Então não deixa de conferir os outros posts do blog sobre o que fazer no inverno canadense e como se preparar para o frio.

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Um Feriadão em Foz do Iguaçu – Parte 3

Em junho de 2018, passei o feriadão de Corpus Christi em Foz do Iguaçu. Consegui conhecer muitas das principais atrações da cidade em apenas 4 dias, e explico o dia a dia da viagem nesta série de 4 posts. Este já é o terceiro, então não deixa de conferir a parte 1 aqui e a parte 2 aqui.

DIA 3: COMPRAS NO PARAGUAI, PARQUE DAS AVES E PARQUE NACIONAL DO IGUAÇU – BRASIL

O terceiro dia, tecnicamente, foi o fim da viagem, já que o último dia seria para retorno a Porto Alegre. Ele foi dividido em três momentos: ida ao Paraguai (Ciudad del Este) para compras, visita ao Parque das Aves e por fim, Parque Nacional do Iguaçu, onde vemos as cataratas do lado brasileiro.

COMPRAS NO PARAGUAI

Apesar de eu ter ido de excursão, esse passeio foi opcional, e quem quisesse ir precisava ir por conta. Estou falando isso porque fiquei muito em dúvida se iria ou não, pois diversas pessoas me assustaram quanto a Ciudad del Este: “é perigoso, não vai, não fica sozinha, não vai”.

No fim das contas, fui. E ainda bem que não dei ouvidos a quem me disse para não ir! Me juntei com outros passageiros e dividimos um táxi até a fronteira, onde passamos a pé. Inclusive, é mais fácil ir a pé pois os carros são mais parados e revistados que pessoas. Só o fato de passar na famosa Ponte da Amizade já é legal. De um lado, Brasil. Do outro, Paraguai.

Ponte da Amizade, fronteira entre Brasil e Paraguai
Ponte da Amizade: à esquerda, Paraguai. À direita, Brasil.

Há relatos de assaltos para quem cruza a Ponte da Amizade a pé, mas não aconteceu nada e nem vi nada. Não achei o bicho de sete cabelas que estavam pintando, sabe? Claro que há de tudo, bastante camelôs e produtos piratas, pessoas te abordando para ir até o seu estabelecimento, e sempre é importante estar atento aos pertences, mas não a ponto de não valer a pena ir, pela minha experiência.

Tinha lido boas referências sobre o free shop Monalisa, então tratei de ir direto para lá. Realmente é uma loja grande, de uns quatro andares e com muitas opções, mas não achei que os preços compensavam tanto assim.

Acabei fazendo poucas compras, mas minha loja preferida foi a Cell Shop. Ótima principalmente para quem busca eletrônicos, mas vendem também bebidas (até mais barato que em outras lojas), cosméticos, roupas, utensílios domésticos e decoração… Eles têm de tudo! A Casa Nissei também tem bastante opções para eletrônicos. Por outro lado, queria um dome para Go Pro e não encontrei em lugar nenhum!

Minha recomendação é que você já pesquise o que quer comprar antes de ir, para saber mais ou menos quanto levar de dinheiro. A Casa Nissei, por exemplo, cobra mais caro no valor dos produtos para quem paga em cartão, então pagar em dinheiro é mais vantajoso. Aceitam dólares e várias lojas também aceitam reais.

Na volta, há funcionários que conferem as sacolas de compras na ponte e os carros, mas não pararam todo mundo. Lembre-se que o limite de compras para fronteira terrestre é de U$300,00. Cruzamos a Ponte da Amizade e pegamos um táxi de volta para o hotel.

PARQUE DAS AVES

O Parque das Aves é um centro de preservação das aves da Mata Atlântica. Podemos chegar pertinho de aves lindas, exuberantes e muito bem-cuidadas! Algumas ficam dentro de cercados e grades, outras estão livres pelas árvores, e outras ainda ficam em viveiros que podemos entrar. Fiquei boba de ver tucanos bem ao meu ladinho, soltos, e encantada no viveiro de araras!

Tucano visto de perto no Parque das Aves, em Foz do Iguaçu
Olha se não é lindo! E estava assim pertinho mesmo, sem grade ou cerca.

Há quatro viveiros de imersão e o mais impressionante, na minha opinião, é o das araras. Há mais de 100 araras coloridas, algumas dormindo, outras paradinhas mas a maioria fica voando para lá e para cá, e a sensação é de que entramos no fime Rio! Lindo demais! Eu acabei filmando mais que tirando fotos nessa hora, então você pode conferir os voos nos destaques do Instagram. A foto abaixo foi em uma área tirada fora do viveiro, já no caminho para a saída.

Araras no Parque das Aves
As deslumbrantes araras

O trabalho no Parque das Aves é muito sério, até porque eles são a única instituição envolvida com a preservação das aves da Mata Atlântica. Por isso, além de termos um contato mais próximo com as aves, também é possível conhecer de perto o trabalho dos biólogos e equipe.

O valor do ingresso padrão de visitação é R$45,00 (preço de 2019) ou R$22,00 a meia-entrada. Moradores da região pagam R$10,00, e crianças de 0 a 8 anos não pagam.

Parque nacional do iguaçu

A última atração do feriado foi, finalmente, visitar as Cataratas do Iguaçu no lado brasileiro – que fica no Parque Nacional do Iguaçu. A entrada é em frente ao Parque das Aves, do outro lado da rodovia, então sugiro deixar os dois para o mesmo dia para não perder tempo de deslocamento.

A entrada foi um pouco demorada devido à fila. Além disso, precisamos esperar um ônibus que nos levaria até mais próximo das cataratas. Descemos na parada Trilha das Cataratas, em que há um mirante de onde já é possível começar a visualizar as quedas d’água, mas ainda não são as principais.

Ah, está vendo o bote chegando pertinho da queda d’água mais estreita no centro da foto? Faz parte do passeio que expliquei no post anterior! Nós ficamos realmente embaixo dessa água toda.

Quedas d'água nas Cataratas do Iguaçu. Um bote se aproxima de uma queda d'água, ficando embaixo dela.
Primeiras quedas d’água avistadas no Parque Iguaçu

Assim como no lado argentino, é preciso fazer uma trilha para chegar até a as cataratas, então novamente reforço a importância de estar com calçados adequados. A trilha tem 1200 metros de extensão e oferece uma trilha panorâmica do conjunto de quedas das Cataratas do Iguaçu. Além disso, ir com capa de chuva é essencial, e mesmo assim… já sabe, né? Não há como evitar se molhar. Capinhas à prova d’água são uma boa opção para proteger o celular.

Ao fim da trilha, chegamos no ponto alto do passeio: essa maravilha aqui da foto!

Vista das principais quedas d'água das Cataratas do Iguaçu
Finalmente, as quedas d’água principais nas Cataratas do Iguaçu

A vista é linda! Essas são as quedas principais, onde há maior vazão d’água. Me senti tão pequena ali embaixo contemplando a força da água… Bem à direita fica a Garganta do Diabo vista do lado brasileiro.

Para quem quiser ter uma visão panorâmica das Cataratas, o Espaço Naipi tem três níveis de mirantes, bem como lojinha de souvenirs. Olha que lindonas são vistas de cima!

Vista panorâmica das Cataratas do Iguaçu
Vista panorâmica das Cataratas do Iguaçu

Valores e pacotes

O Parque Nacional do Iguaçu está aberto diariamente, das 9h às 17h. O custo total é composto de 3 valores: ingresso, transporte e valor do Fundo Iguaçu. Assim como em outras atrações da cidade, os valores variam dependendo da nacionalidade do visitante, mas deixo aqui o valor para brasileiros adultos (a partir de 12 anos): R$28,00 o ingresso + R$11,00 o transporte + R$2,00 a contribuição para o Fundo, totalizando R$41,00. Idosos e crianças até 11 anos pagam somente o valor do transporte.

Além disso, há um passaporte chamado 3 Maravilhas que inclui: entrada no Parque Nacional do Iguaçu + visita Panorâmica em Itaipu + entrada no Marco das Três Fronteiras, além de desconto em estacionamento e lojinhas de souvenirs. O valor desse passaporte é R$99,00 para adultos brasileiros e ele deve ser retirado na entrada do Parque Nacional do Iguaçu. Você pode adquirir o ingresso individual ou o passaporte aqui.

Desconto!

Após a visita ao Parque Nacional do Iguaçu, o nosso ônibus iniciou a viagem de retorno a Porto Alegre. Para quem os interessados em fazer essa viagem (ou qualquer outra da Trip Tri), use o código EMBARQUESEDESTINOS antes de finalizar o pagamento para receber 5% de desconto e, de quebra, me ajudar a continuar trazendo conteúdo para vocês!

To be continued…

Mas se a viagem chegou ao fim, e eu disse que essa seria uma série de 4 posts, o que está faltando?

Pois bem, no próximo e último post sobre Foz do Iguaçu, vou trazer opções de passeios que não fiz, mas que deixo como opção para quem tiver um pouquinho mais de tempo. Até lá!

Um feriadão em Foz do Iguaçu – Parte 2

Em junho de 2018, passei o feriadão de Corpus Christi em Foz do Iguaçu. Consegui conhecer muitas das principais atrações da cidade em apenas 4 dias, e explico o dia a dia da viagem nesta série de 4 posts. Se perdeu o começo dessa história, clique aqui.

DIA 2: PARQUE NACIONAL IGUAZÚ – ARGENTINA

O segundo dia foi o meu favorito de todos. Partimos então para atração mais desejada: as Cataratas do Iguaçu! As Cataratas ficam na divisa entre Brasil e Argentina, mais precisamente na Argentina, mas desaguando no Rio Iguaçu, que faz a fronteira. A maior diferença, então, é que na Argentina vemos as Cataratas do alto, onde caem, enquanto no Brasil, as vemos de baixo, mais de longe.

Muitos dos brasileiros que visitam as Cataratas acabam por visitar apenas o lado brasileiro, talvez por precisarem cruzar a fronteira até a Argentina, ou também pelo ingresso ser mais caro. Entretanto, se eu pudesse dar apenas um conselho, seria: visite o lado argentino. É sério.

Na Argentina, o parque que abriga as Cataratas se chama Parque Nacional Iguazú e ele é enorme! São 67.720 hectares de área de preservação da natureza, então reserve um dia inteiro para a sua visita, e vá com calçados confortáveis para caminhar bastante. Tem cada lugar mais lindo que o outro lá! Antes de chegarmos nas quedas d’águas principais, há várias pelo caminho, já nos preparando para o que vem lá.

O ponto forte das Cataratas é, sem dúvida alguma, a Garganta do Diabo. É onde cai a maior quantidade de água junta, em um abismo de 80 metros de altura, 150 de largura e 700 de comprimento, formando um U. Quando estamos no lado brasileiro, vemos esse abismo mais ao longe e de baixo. Mas no lado argentino, chegamos ao lado da grande queda d’água, lá em cima, e toda a caminhada (e trenzinho) até lá é altamente recompensada!

Grande vazão d'água na Garganta do Diabo
Absolutamente impressionada com a quantidade de água na Garganta do Diabo

Eu fiquei embasbacada, maravilhada, boquiaberta, realmente sem palavras ao chegar lá. A quantidade de água caindo é absurda e percebemos a força da natureza em toda sua magnitude. Esse momento, no alto da Garganta do Diabo, foi sem dúvidas o ponto alto de toda a viagem! A parte mais fantástica e memorável. Por isso, repito: tire um dia e um dinheirinho a mais para visitar o Parque Nazional Iguazú.

Dica essencial: leve capa de chuva! Não tem como chegar pertinho dessa água toda e não sair en-so-pa-do!

Os ingressos para o parque são vendidos na hora, e o valor do ingresso é expresso em pesos argentinos no site, mas convertidos para reais em loco. Em 2018, paguei R$135,00 pelo ingresso, que não tinha direito a meia-entrada de estudante. O preço varia com a nacionalidade/residência e idade. Residentes de Puerto Iguazú, por exemplo, são isentos. Residentes da região de Misiones pagam o valor mais baixo, em seguida argentinos, residentes do Mercosul, e por fim demais nacionalidades pagam mais caro. Há também descontos para criança, mas não para idosos. A lista completa e atualizada do valor dos ingressos pode ser encontrada aqui.

PASSEIO DE BARCO PELAS CATARATAS

Um passeio opcional realizado tanto no lado argentino quanto no brasileiro é o passeio de barco no rio Iguaçu, em que se pode chegar pertinho das cataratas e inclusive embaixo de uma das quedas d’água. O passeio é o mesmo dos dois lados, mas conforme informação passada pelo guia, no Brasil ele é mais caro. Então, se você se interessar, se organize para sair da Argentina. Eu fiz esse passeio e foi incrível!

Passeio de barco no rio Iguaçu
Passeio de barco no rio Iguaçu

Todo o percurso tem duas horas de duração. Fazemos um safári no meio do parque, da selva, e há chances de ver alguns animais selvagens diferentes. Eu vi uns macaquinhos. Chegamos até a beira do rio, entramos em um barco e colocamos todos os nossos pertences em bolsas impermeáveis. Em seguida, o barco segue pelo rio até às primeiras quedas, que ainda não são tão fortes e não é perigoso. Vamos até embaixo delas e obviamente nos molhamos muito, a capa de chuva não adianta pra nada! O tempo dentro do barco deve ser uns 30 a 35 minutos.
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O valor desse passeio não é barato: R$250,00 por pessoa. Entretanto, escolhi investir na experiência e achei que valeu muito! Achei demais poder ver as cataratas debaixo e sair literalmente de alma lavada… Quem fizer, lembre de levar uma muda de roupa completa pra trocar depois. O ingresso se compra ao lado da bilheteria na entrada do parque.

TO BE CONTINUED…

No próximo post, falarei sobre o terceiro dia da viagem, onde finalmente visitei o lado brasileiro das Cataratas do Iguaçu. Até lá!

Bem-vindos!

Olá, passageiros com destino a lugares incríveis!

Bem-vindos ao Embarques e Destinos! Eu sou a Maiara e estou aqui para te ajudar e inspirar a ser não apenas um turista, mas um viajante. O E&D já existe no Instagram há quase um ano (clica aqui e me segue lá!), mas o blog está surgindo agora como uma plataforma mais completa, em que posso me expressar e dar dicas valiosas com mais calma e espaço.

O que você vai encontrar em posts futuros:

  • Informações essenciais para quem está começando a viajar (É melhor viajar sozinho ou com excursão? Onde comprar passagens? Que documentos preciso? Como escolher uma acomodação? E o câmbio?);
  • Dicas de malas, bagagens e como preparar os seus pertences de forma inteligente e segura para uma viagem;
  • Compartilhamento de apps e ferramentas sensacionais para auxiliar até os viajantes experientes;
  • Experiências e relatos de viagens que já realizei, com muitas fotos para inspirar a escolha do seu próximo destino!
  • Respostas a perguntas que recebo frequentemente (pode perguntar à vontade!);
  • Dicas de lugares, passeios e atrações em diversas cidades do Brasil e do mundo. Já fui a 9 estados brasileiros e 17 países do mundo, tenho bastante coisa pra contar!
  • E muito mais!

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